Detalhes
Estúdio de produção: Dogakobo (Myself; Yourself e Shin Koihime Musou)
Pontos positivos iniciais
- O clima obscuro e sombrio do anime, bem ao estilo de Chaos; HEAd
- As transições entre o mundo "normal" e o outro mundo
Pontos negativos iniciais
- Elenco fraco com personagens padrões
- Aparentemente enredo pode sofrer do mesmo mal de Chaos;HEAd
Nota inicial: 7,5/10,0
Expectativa para o resto da série: Média
Chance de continuar assistindo: 60%
Quando a versão animada de 11 Eyes foi anunciada, os fãs de visual novels foram a loucura, e motivos não faltavam, afinal o game foi um dos melhores do ano passado, e nada mais justo do que ganhar uma versão animada. O ponto é que passada a euforia, a primeira notícia ruim foi a confirmação do Dogakobo como estúdio de produção, afinal o trabalho deles é inexpressivo, sendo que o único anime de "peso" foi Myself; Yourself. Vendo o primeiro trailer já se via perda de qualidade visual e presença de fanservice, o que para qualquer crítico já é um fator negativo.
Olhando os resultados desse primeiro episódio, até que as primeiras impressões estavam erradas, porém até certo ponto. É impossível não olhar para 11 Eyes sem se lembrar de Chaos; HEAd. A grande diferença está no estúdio de produção, porém o mesmo destino parece estar reservado a 11 Eyes. Basta perceber que o enredo mexe com temas sobrenaturais e um tanto quanto paranormais. Há um enfoque diferenciado e até mais fantasioso em 11 Eyes, enquanto Chaos; HEAd misturava conceitos científicos e fictícios ao mesmo tempo.
Por outro lado, ambos são títulos com um elenco genérico de personagens, que se utilizam dos mais clássicos estereótipos moe apenas para costurar o seu enredo. Os dois também são vítimas do desleixo por parte de seus estúdios, que não capricharam muito no character design e cortaram várias sequências da novel original, para que fosse possível colocar tudo em 12 episódios (e vendo esse episódio 1 há forte indícios de que 11 Eyes será assim). Até mesmo a solução encontrada (ou copiada) pelo Dogakobo é a mesma da Madhouse: adicionar minutos a mais na tentativa de contar o máximo possível de história.
A grande incógnita em torno de 11 Eyes é saber se o bom enredo da novel original será jogado fora ao longo do caminho, como aconteceu com Chaos;HEAd. Pelo histórico é difícil achar que não, mas sendo dois estúdios diferentes (e a Madhouse é conhecida por dar finais ruins a seus animes) pode ser que um milagre aconteça. Dificilmente contará com a complexidade de detalhes da novel, mas se superar o fiasco de Chaos;HEAd já será algo. Resta esperar.
Sobre o enredo ele gira em torno de Satsuki Kakeru, um rapaz que quando pequeno perdeu a sua irmã mais nova, que é a grande "criatura" por trás de todos os mistérios do anime. Ao lado de Kakeru temos Minase Yuka, uma menina que esteve no mesmo orfanato de Kakeru, e sempre foi muito atenciosa com ele. Kakeru ainda possui um misterioso olho direito, que ao que parece guarda alguns poderes. Nesse primeiro episódio os dois protagonistas são "sugados" para uma dimensão diferente e nada agradável. A principal característica desse lugar é a presença de uma lua vermelha, que ilumina e transforma o cenário nessa cor.
Na verdade esse outro mundo é uma réplica do nosso, com a diferença de que não possui nenhum ser humano e é da cor anteriormente citada. Nele temos ainda estranhas criaturas que atacam Kakeru e Yuka. E como mencionado, obviamente a aparição desse mundo paralelo está ligado ao estranho olho de Kakeru (e até por isso o nome do anime é 11 Eyes). Certo! Mas o que seria esse olho? Ou melhor, que mundo paralelo é esse? Quem são essas estranhas criaturas? E por que a irmã de Kakeru aparece apenas como um fantasma?
Nem preciso dizer que essas perguntas deverão ser respondidas com o tempo. E de fato, o grande interesse pelo anime só poderá vir a partir da resolução desses mistérios, já que o elenco, como bem dito, é fraco demais para manter a atenção de qualquer ser que já tenha visto um anime moe alguma vez na vida. Por isso, resta torcer para que o Dogakobo não caia nas mesmas armadilhas da Madhouse, embora tenha começado a produção de uma forma muito parecida.
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Estúdio de produção: Dogakobo (Myself; Yourself e Shin Koihime Musou)
Pontos positivos iniciais
- O clima obscuro e sombrio do anime, bem ao estilo de Chaos; HEAd
- As transições entre o mundo "normal" e o outro mundo
Pontos negativos iniciais
- Elenco fraco com personagens padrões
- Aparentemente enredo pode sofrer do mesmo mal de Chaos;HEAd
Nota inicial: 7,5/10,0
Expectativa para o resto da série: Média
Chance de continuar assistindo: 60%
Quando a versão animada de 11 Eyes foi anunciada, os fãs de visual novels foram a loucura, e motivos não faltavam, afinal o game foi um dos melhores do ano passado, e nada mais justo do que ganhar uma versão animada. O ponto é que passada a euforia, a primeira notícia ruim foi a confirmação do Dogakobo como estúdio de produção, afinal o trabalho deles é inexpressivo, sendo que o único anime de "peso" foi Myself; Yourself. Vendo o primeiro trailer já se via perda de qualidade visual e presença de fanservice, o que para qualquer crítico já é um fator negativo.
Olhando os resultados desse primeiro episódio, até que as primeiras impressões estavam erradas, porém até certo ponto. É impossível não olhar para 11 Eyes sem se lembrar de Chaos; HEAd. A grande diferença está no estúdio de produção, porém o mesmo destino parece estar reservado a 11 Eyes. Basta perceber que o enredo mexe com temas sobrenaturais e um tanto quanto paranormais. Há um enfoque diferenciado e até mais fantasioso em 11 Eyes, enquanto Chaos; HEAd misturava conceitos científicos e fictícios ao mesmo tempo.
Por outro lado, ambos são títulos com um elenco genérico de personagens, que se utilizam dos mais clássicos estereótipos moe apenas para costurar o seu enredo. Os dois também são vítimas do desleixo por parte de seus estúdios, que não capricharam muito no character design e cortaram várias sequências da novel original, para que fosse possível colocar tudo em 12 episódios (e vendo esse episódio 1 há forte indícios de que 11 Eyes será assim). Até mesmo a solução encontrada (ou copiada) pelo Dogakobo é a mesma da Madhouse: adicionar minutos a mais na tentativa de contar o máximo possível de história.
A grande incógnita em torno de 11 Eyes é saber se o bom enredo da novel original será jogado fora ao longo do caminho, como aconteceu com Chaos;HEAd. Pelo histórico é difícil achar que não, mas sendo dois estúdios diferentes (e a Madhouse é conhecida por dar finais ruins a seus animes) pode ser que um milagre aconteça. Dificilmente contará com a complexidade de detalhes da novel, mas se superar o fiasco de Chaos;HEAd já será algo. Resta esperar.
Sobre o enredo ele gira em torno de Satsuki Kakeru, um rapaz que quando pequeno perdeu a sua irmã mais nova, que é a grande "criatura" por trás de todos os mistérios do anime. Ao lado de Kakeru temos Minase Yuka, uma menina que esteve no mesmo orfanato de Kakeru, e sempre foi muito atenciosa com ele. Kakeru ainda possui um misterioso olho direito, que ao que parece guarda alguns poderes. Nesse primeiro episódio os dois protagonistas são "sugados" para uma dimensão diferente e nada agradável. A principal característica desse lugar é a presença de uma lua vermelha, que ilumina e transforma o cenário nessa cor.
Na verdade esse outro mundo é uma réplica do nosso, com a diferença de que não possui nenhum ser humano e é da cor anteriormente citada. Nele temos ainda estranhas criaturas que atacam Kakeru e Yuka. E como mencionado, obviamente a aparição desse mundo paralelo está ligado ao estranho olho de Kakeru (e até por isso o nome do anime é 11 Eyes). Certo! Mas o que seria esse olho? Ou melhor, que mundo paralelo é esse? Quem são essas estranhas criaturas? E por que a irmã de Kakeru aparece apenas como um fantasma?
Nem preciso dizer que essas perguntas deverão ser respondidas com o tempo. E de fato, o grande interesse pelo anime só poderá vir a partir da resolução desses mistérios, já que o elenco, como bem dito, é fraco demais para manter a atenção de qualquer ser que já tenha visto um anime moe alguma vez na vida. Por isso, resta torcer para que o Dogakobo não caia nas mesmas armadilhas da Madhouse, embora tenha começado a produção de uma forma muito parecida.
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