Detalhes
Estúdio de produção: A-1 Pictures (Valkyria Chronicles e Tetsuwan Birdy Decode) e Satelight (Macross Frontier e Basquash!)
Pontos positivos iniciais
- Cenários de fundos feitos a mão e com boa qualidade
- Bom trabalho conjunto entre A-1 Pictures e Fairy Tail
Pontos negativos iniciais
- A velha história da perda de qualidade no character design (embora nem seja um defeito grave)
- Saber se o anime terá o mesmo ritmo ao longo dos episódios
Nota inicial: 8,0/10,0
Expectativa para o resto da série: Média
Chance de continuar assistindo: 40%
Diferente de Tegamibachi, Fairy Tail teve a sorte de estar sendo produzido por dois bons estúdios de animação (muito mais o A-1 do que o Satelight, mas enfim...), e é até por isso que o título teve uma estréia mais satisfatória do que o primeiro. Obviamente Fairy Tail pertence ao gênero shounen, então imagino que meio mundo deve ter dispensado o anime sem nem ao menos checar cuidadosamente o conteúdo dele, ou provavelmente era fã louco do mangá (e fã louco de mangá é igual otaku fanático. A única coisa que muda são os gostos), e ficou enumerando inúmeros defeitos sem considerar as claras diferenças entre as duas formas de mídia (convenhamos, não há como fazer o anime ficar igualzinho o mangá, e para dizer a verdade, seria um desperdício fazê-lo dessa forma).
Considerando os fatos como são, é possível dizer que a estréia foi muito boa dentro dos padrões dos animes. É bem verdade que o traço perdeu parte da qualidade (como era de se esperar), mas não chega a ser grotesco. Pelo menos os cenários de fundo compensam, pois estão até bem desenhados e minimizam a perda no character design. Quanto as animações de batalha, embora Fairy Tail seja animado pela Satelight, a qualidade está inferior as outras obras, mas nada que atrapalhe o andamento do anime. O curioso é que é possível notar claramente a presença dos dois estúdios a frente da produção. Os cenários de fundo são bem característicos de obras da A-1 Pictures, enquanto que as animações estão dentro dos padrões da Satelight.
Quanto ao enredo ele acontece num mundo dominado pela magia, onde existe até guildas especializadas nessa "arte". A história gira em torno de uma lendária organização chamada Fairy Tail, que seria a grande organização desse universo. O protagonista da trama é Natsu, que como o próprio nome sugere, (Natsu significa verão) tem ligação com o elemento fogo, então boa parte das suas magias o utilizam. Ao seu lado temos uma espécie de gato chamado Happy e logo no começo da história, Natsu conhecerá Lucy, uma maga "celestial", cuja principal habilidade é invocar diferentes tipos de criaturas.
Dito isso, de resto pode-se dizer genericamente que Fairy Tail tem boas cenas de ação mescladas com um pouco de comédia, tudo isso cercado por um universo próprio. Cenário típico de um shounen, mas que nesse caso funciona de forma eficiente e satisfatória. O ponto mais chamativo da história é a variedade de habilidades e possibilidades que esse conceito envolvendo magia parece fornecer (e que só será melhor desenvolvido nos próximos episódios). O enredo em si, ainda não mostrou muito, mas seria injusto exigir isso quando estamos falando de um primeiro episódio.
Um ponto a se ressaltar é que Fairy Tail diferente de outros títulos do mesmo gênero, apresenta um elenco de seiyuus diferente do convencional. O gato Happy é dublado por Rie Kugimiya, famosa por atuar em personagens tsunderes, à exemplo de Nagi, Louise e Taiga. Já Lucy conta a voz de Hirano Aya, que depois de algum tempo sem atuar em papéis importantes, volta com o seu tom de voz típico e próximo ao usado em Haruhi.
Devo terminar dizendo que embora esse início tenha sido promissor é necessário esperar um tempo. O mangá de Fairy Tail é longo e tem mais de 17 volumes publicados. Provavelmente o anime chegará facilmente na casa dos 50 episódios ou até mais. A maior preocupação é saber o que acontecerá quando ele chegar no mangá (e isso não demorará a acontecer). Normalmente a maioria dos shounens cobre esse problema introduzindo fillers (e nem preciso citar exemplos), até que a história original avance um pouco. Seria uma pena caso Fairy Tail caísse nessa tentação, algo que não acredito que acontecerá considerando a Satelight e a A-1 Pictures, mas nunca se sabe. Resta torcer.
a
Estúdio de produção: A-1 Pictures (Valkyria Chronicles e Tetsuwan Birdy Decode) e Satelight (Macross Frontier e Basquash!)
Pontos positivos iniciais
- Cenários de fundos feitos a mão e com boa qualidade
- Bom trabalho conjunto entre A-1 Pictures e Fairy Tail
Pontos negativos iniciais
- A velha história da perda de qualidade no character design (embora nem seja um defeito grave)
- Saber se o anime terá o mesmo ritmo ao longo dos episódios
Nota inicial: 8,0/10,0
Expectativa para o resto da série: Média
Chance de continuar assistindo: 40%
Diferente de Tegamibachi, Fairy Tail teve a sorte de estar sendo produzido por dois bons estúdios de animação (muito mais o A-1 do que o Satelight, mas enfim...), e é até por isso que o título teve uma estréia mais satisfatória do que o primeiro. Obviamente Fairy Tail pertence ao gênero shounen, então imagino que meio mundo deve ter dispensado o anime sem nem ao menos checar cuidadosamente o conteúdo dele, ou provavelmente era fã louco do mangá (e fã louco de mangá é igual otaku fanático. A única coisa que muda são os gostos), e ficou enumerando inúmeros defeitos sem considerar as claras diferenças entre as duas formas de mídia (convenhamos, não há como fazer o anime ficar igualzinho o mangá, e para dizer a verdade, seria um desperdício fazê-lo dessa forma).
Considerando os fatos como são, é possível dizer que a estréia foi muito boa dentro dos padrões dos animes. É bem verdade que o traço perdeu parte da qualidade (como era de se esperar), mas não chega a ser grotesco. Pelo menos os cenários de fundo compensam, pois estão até bem desenhados e minimizam a perda no character design. Quanto as animações de batalha, embora Fairy Tail seja animado pela Satelight, a qualidade está inferior as outras obras, mas nada que atrapalhe o andamento do anime. O curioso é que é possível notar claramente a presença dos dois estúdios a frente da produção. Os cenários de fundo são bem característicos de obras da A-1 Pictures, enquanto que as animações estão dentro dos padrões da Satelight.
Quanto ao enredo ele acontece num mundo dominado pela magia, onde existe até guildas especializadas nessa "arte". A história gira em torno de uma lendária organização chamada Fairy Tail, que seria a grande organização desse universo. O protagonista da trama é Natsu, que como o próprio nome sugere, (Natsu significa verão) tem ligação com o elemento fogo, então boa parte das suas magias o utilizam. Ao seu lado temos uma espécie de gato chamado Happy e logo no começo da história, Natsu conhecerá Lucy, uma maga "celestial", cuja principal habilidade é invocar diferentes tipos de criaturas.
Dito isso, de resto pode-se dizer genericamente que Fairy Tail tem boas cenas de ação mescladas com um pouco de comédia, tudo isso cercado por um universo próprio. Cenário típico de um shounen, mas que nesse caso funciona de forma eficiente e satisfatória. O ponto mais chamativo da história é a variedade de habilidades e possibilidades que esse conceito envolvendo magia parece fornecer (e que só será melhor desenvolvido nos próximos episódios). O enredo em si, ainda não mostrou muito, mas seria injusto exigir isso quando estamos falando de um primeiro episódio.
Um ponto a se ressaltar é que Fairy Tail diferente de outros títulos do mesmo gênero, apresenta um elenco de seiyuus diferente do convencional. O gato Happy é dublado por Rie Kugimiya, famosa por atuar em personagens tsunderes, à exemplo de Nagi, Louise e Taiga. Já Lucy conta a voz de Hirano Aya, que depois de algum tempo sem atuar em papéis importantes, volta com o seu tom de voz típico e próximo ao usado em Haruhi.
Devo terminar dizendo que embora esse início tenha sido promissor é necessário esperar um tempo. O mangá de Fairy Tail é longo e tem mais de 17 volumes publicados. Provavelmente o anime chegará facilmente na casa dos 50 episódios ou até mais. A maior preocupação é saber o que acontecerá quando ele chegar no mangá (e isso não demorará a acontecer). Normalmente a maioria dos shounens cobre esse problema introduzindo fillers (e nem preciso citar exemplos), até que a história original avance um pouco. Seria uma pena caso Fairy Tail caísse nessa tentação, algo que não acredito que acontecerá considerando a Satelight e a A-1 Pictures, mas nunca se sabe. Resta torcer.
a











4 comentários:
Se nao tiver mais q 50 episodios eu assisto.
Pq se for igual a Naruto ou Bleach, eu passo longe.
Eu não vou esperar pra saber se vai ter 50 ou não
XD
Hehe fairy tail é o melhor anime q ja vi......eu gostei xD quero saber quando sai a proxima temporada podem me responde?
Mas o anime não continua sendo exibido?
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